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DNA do clube mais querido A história pessoal de Mário Nova Bahia, o Marito, representa uma interessante parte da vida do Ypiranga. Nascido em 16 de maio de 1932 em Salvador, integrou o último escrete campeão baiano do Ypiranga, em 1951, além de ter sido campeão brasileiro pelo Bahia de 59. Seu pai foi Arnaldo Bahia que, junto com o tio Aloísio, foi titular do 1º quadro bicampeão do Ypiranga em 17 e 18, além de integrar novamente o bi de 21 e 22, desta vez em companhia dos futuros tios maternos de Marito, João (Goleiro) e Oscar Nova. Morador da Ribeira e filho de craque, o garoto começou nos areais da Cidade Baixa. Um belo dia, já com 16 anos e jogando no juvenil do São Cristóvão, na quadra do Clube São Salvador, que ficava na atual feira de São Joaquim, o ponta direita do time principal faltou. “Ficou preso no quartel!”, gritaram de lá. E o garoto subiu ao quadro titular. Foi recomendado para ficar quieto em campo para não fazer besteira. Desobedeceu e fez bonito. No outro dia, um tio o levou para o aurinegro. Em Marito consagrara a vocação Ypiranguista da família e iria além. A ultima escalação campeã do time foi Ferrari, Pequeno, Válder, Raimundo, Primeiro, Valter, Zizo, Marito Antônio Mário, Novinha, Israel e Raimundinho. Fonte: A Tarde Esporte Clube de 7 de setembro de 2005 Escrito por ecypiranga@bol.com.br às 19h07
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Com esta Seleção era impossível dar zebra. É a Seleção Brasileira de 1958 campeã na Suécia. Em pé: De Sordi,Zito,Belini,Nilton Santos,Orlando e Gilmar. Agachados: Garrincha,Didi,Pelé,Vavá e Zagalo. Obs: Na decisão contra a Suécia, Djalma Santos jogou no lugar de De Sordi. O futebol, nosso velho e bom esporte bretão, trazido para o Brasil por Charles Miller em 1894, e que em pouco tempo se tornou uma paixão nacional, vem, ao longo de todos estes anos, não só contribuindo para a divulgação da imagem do país em todos os cantos do mundo, mas, também, influenciando até na formação da nossa língua pátria. Várias expressões, oriundas do meio futebolístico, acabaram se incorporando ao nosso vocabulário.Uma delas, que muito bem comprova essa tese, é “vai dar zebra”. Escrito por ecypiranga@bol.com.br às 15h00
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