E.C.Ypiranga - O mais querido


Emerson Ferreti é o mais novo soteropolitano



O desempenho como esportista nos dois maiores clubes de futebol da Bahia e os trabalhos sociais desenvolvidos pelo ex-goleiro fez com que o gaúcho Emerson de Souza Ferreti recebesse o Título de Cidadão da Cidade do Salvador. O evento aconteceu no Plenário Cosme de Farias, na Câmara Municipal, na noite de quarta-feira, dia 2. Além do autor do requerimento e do homenageado, compuseram a mesa diversas autoridades.

Para representar o amor que Emerson tem pela cultura baiana, o goleiro entrou no plenário ao som do Cortejo Afro e foi muito aplaudido pelos amigos, familiares, torcedores e admiradores do ex-atleta. Além da homenagem ao atleta lembrou-se dos trabalhos sociais desenvolvidos pelo ídolo e os serviços sociais prestados a Salvador.

Depois que recebeu o Título de Cidadão de Salvador das mãos de sua mãe Sirlei Ferreti, Emerson, visivelmente emocionado, declarou o amor que tem por Salvador e pela Bahia e arrancou aplausos da platéia.

"Isso é diferente de tudo que já vivi. É a realização de um sonho. Salvador é uma paixão antiga. Sou muito feliz por ter representado os dois maiores clubes do Nordeste. Amo muito Salvador e por isso estou me sentido totalmente realizado nesta noite", disse Emerson.



 Escrito por ecypiranga@bol.com.br às 15h27 [] [envie esta mensagem]






"O mais querido"



 Escrito por ecypiranga@bol.com.br às 15h25 [] [envie esta mensagem]






Emerson Ferretti vai ser homenageado na Câmara Municipal de Salvador


Além de ser comentarista de Rádio e TV, gerente do Ypiranga, ex-ídolo de Bahia e Vitória, Emerson Ferretti vai ter mais um motivo pra comemorar. Na próxima quarta-feira (2), às 19h, ele será homenageado na Câmara Municipal de Salvador. Ferretti vai receber o título de Cidadão da Cidade do Salvador, requerida pelo vereador Adriano Meireles. Ferreti é gaucho e foi goleiro titular da equipe tricolor entre os anos de 2000 e 2005, sendo considerado o atleta que mais vestiu a camisa 1 do time. Já no Vitória, permaneceu por 1 ano, entre 2006 e 2007.


O E.C.Ypiranga parabeniza Emerson Ferreti



 Escrito por ecypiranga@bol.com.br às 19h55 [] [envie esta mensagem]






Brincalhona, incoerente e insensível


É realmente uma brincadeira o que a Federação Baiana de Futebol está fazendo, ao exigir dos clubes da capital, que vão se inscrever para disputar o Acesso em 2010, um laudo pericial afirmando que o estádio de Pituaçu reúne condições para que ali possam ser disputadas competições de futebol.


Além de brincalhona, incoerente, porque inteiramente reformado este ano, Pituaçu, utilizado pelo Bahia no Estadual, é a praça de esportes onde o clube manda seus jogos na Série B do Campeonato Brasileiro.


Mas não só brincalhona e incoerente, a entidade é também insensível. Num momento em que há uma perspectiva de se ter em Salvador e na sua Região Metropolitana, num futuro próximo, quatro grandes estádios – Fonte Nova, Pituaçu, Barradão e uma arena multiuso, a ser construída por empresários portugueses, em parceria com a dupla Ba-Vi – ela cria embaraços para a volta ao futebol profissional de agremiações tradicionais da Bahia, como Galícia, Ypiranga, Botafogo e Leônico.


Somente mais dois detalhes: R$ 12 mil é o custo do laudo pericial e R$ 10 mil é o preço da inscrição, cobrado pela FBF, para a disputa do Campeonato de Acesso.


Em compensação, sem qualquer critério, aceita inscrições de vários clubes de uma mesma cidade – para o ano, Bahia e Vitória vão praticamente disputar o Campeonato Feirense, com Fluminense, Bahia de Feira e Feirense – não se levando em conta a população, a massa torcedora, nem a quantidade de praças esportivas disponíveis.


Outra coisa: muitas destas agremiações surgidas recentemente e que se habilitam para concorrer ao Acesso ou são chapa branca, mantidas ilegalmente pelas administrações municipais, ou pertencentes a empresários, que utilizam o futebol sem qualquer comprometimento, visando exclusivamente a auferir lucros para seus investimentos.


Nada contra Feira de Santana, mas com o novo regulamento, permitindo a ascensão de dois clubes, e inexistindo qualquer limitação, nada impedirá, por exemplo, que o Astro e o São Paulo, ambos de Feira, conquistando o título e obtendo o segundo lugar no Acesso em 2010, se credenciem para o Campeonato Baiano (ou Feirense) de 2011. E aí?


Antônio Matos é jornalista e delegado de Polícia (Conselheiro do E.C.Ypiranga) -
amatosjr@ig.com.br 

Fonte: http://bahiaja.com.br/noticia.php?idNoticia=19957



 Escrito por ecypiranga@bol.com.br às 07h33 [] [envie esta mensagem]






EDITAL DE CONVOCAÇÃO



Esporte Clube Ypiranga
Fundado em 7 de setembro de 1906

O PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO DO ESPORTE CLUBE YPIRANGA NO USO DAS SUAS ATRIBUIÇÕES LEGAIS E ESTATUTÁRIAS CONVOCA OS CONSELHEIROS PERMANENTES E TRANSITÓRIOS PARA A REUNIÃO DO SEGUNDO SEMESTRE DO CONSELHO DELIBERATIVO, QUE TRATARÁ DA APRECIAÇÃO, AVALIAÇÃO E APROVAÇÃO OU NÃO, DOS ATOS E REALIZAÇÕES DO CONSELHO DIRETOR NESSE SEGUNDO SEMESTRE E AO MESMO TEMPO SERÁ DISCUTIDO A SITUAÇÃO DA VICE PRESIDENCIA DESSE MESMO CONSELHO DIRETOR. A REUNIÃO SERÁ NO AUDITÓRIO DO SINDICATO DOS QUÍMICOS E PETROLEIRO, SITUADO NA RUA MARUJOS DO BRASIL, 20 - TORORÓ, TENDO O SEU INÍCIO AS 19:00 HORAS E O SEU TÉRMINO AS 21 HORAS, DO DIA 25 DE NOVEMBRO DE 2009.



 Escrito por ecypiranga@bol.com.br às 19h32 [] [envie esta mensagem]






E.C.Ypiranga nasceu no dia 7 de setembro de 1906. Viverá para sempre!

103 anos do “Mais Querido”

O E.C.Ypiranga é imortal.

"Outros clubes do futebol baiano podem ser mais ricos, mais prósperos, mais badalados pela imprensa, donos até de maior torcida e de maior número de títulos recentes. Nenhum de gloriosa tradição quanto o E.C. Clube Ypiranga, o time de Popó, antigamente poderoso, milionário, invencível, supercampeão... O Ypiranga pode perder a vontade por que já ganhou demais, já deu muita alegria aos seus fiéis torcedores. Se o visitante tiver de escolher um clube de futebol, escolha o Ypiranga..."
Jorge Amado


Fatos que nos enchem de orgulho


Na Bahia, o Ypiranga era caso exemplar de democracia racial

...Mas as coisas não mudaram de vez. Para jogar em clubes como o Bahiano de Tênis e a Associação Atlética era preciso passar por um crivo. "Preto não entrava no Bahiano nem pela porta da cozinha", lembra a música de Gilberto Gil. Seguia-se um fenômeno nacional. Alguns clubes no Rio e em São Paulo preferiram fechar as portas a aceitar negros nos seus plantéis. No Rio de Janeiro o primeiro a aceitar negros foi o Vasco da Gama. Na Bahia o E.C.Ypiranga que hoje comemora 103 anos.
Fonte base: Correio da Bahia, 23/07/2006



 Escrito por ecypiranga@bol.com.br às 14h28 [] [envie esta mensagem]






Jogue Limpo 2009


Confirmado! O 3º Campeonato de Futebol dos Trabalhadores em Limpeza (“Jogue Limpo 2009”) terá início no dia 25 de outubro, domingo, no Estádio do E.C.Ypiranga, na Vila Canária. O evento é uma parceria entre a Aslimp e o Sindilimp-BA.


As inscrições das equipes têm início no dia 14 de setembro, segunda-feira, a partir das 14 horas na sede da Aslimp.
Prepare seu time e entre em contato com o Aslimp através do telefone nº. 3381-5531. Jogue limpo e mostre toda a sua categoria!



O simbolismo do Campeonato no E.C.Ypiranga


Nada mais simbólico que o Campeonato dos Trabalhadores em Limpeza realizar-se no Estádio do Ypiranga, um dos mais antigos clubes da Bahia.


No início do Século XX, jovens excluídos sociais trabalhadores de ofícios e de ganhos impedidos por fatores étnicos, sociais e econômicos, cotizaram-se e fundam o Sport Club Sete de Setembro, em 17 de abril de 1904, que é extinto em 7 de Setembro de 1906 para dar lugar ao Sport Club Ypiranga atualmente Esporte Clube Ypiranga.


União dos pobres da cidade, que querem se integrar construindo um tempo novo, rompendo com privilégios das elites arraigadas pelo escravismo do antigo regime imperial. Assim se define o E.C.Ypiranga e assim é a categoria dos trabalhadores em limpeza.

Bom campeonato a todos os competidores! Que o esporte, a disciplina e a solidariedade prevaleçam!

 



 Escrito por ecypiranga@bol.com.br às 16h20 [] [envie esta mensagem]






Triste futebol baiano

*JOLIVALDO FREITAS

Os pernambucanos têm o maior orgulho de seu campeonato estadual de futebol. Olham para o próprio umbigo. Zoar, pirraçar, exibir bandeiras e encher os estádios com os times locais é práxis.

Consideram que, para seus clubes, participação em campeonatos nacionais é mera consequência.

Nada paga a emoção de ver o Sport enfrentar o Náutico; este se bater com o Ferroviário.

O Santa Cruz pegar o Central ou o Salgueiro ou o Serrano. Todo time tem torcedor certo.

Em Minas Gerais é a mesma coisa. Cruzeiro, América, Atlético, Uberaba, Vila Nova, Tupi e até o Caldense fazem a festa. Clubes antigos.

Velhas paixões. Todos com apoio da federação.

Todos preservados, pois se sabe que se um time antigo acaba, o brilho do campeonato também perece.

O que vemos hoje na Bahia é a falta de respeito pela história. Quem quiser pode argumentar que os velhos times foram atropelados pela modernidade, pelo business ou pela falta de profissionalismo. Nada justifica a falta de preservação dos clubes e de suas identidades.

Estamos vivendo um momento triste (não vamos falar aqui da falta de compromisso do baiano com seus valores históricos e culturais), em que Bahia e Vitória continuam se alternando em resultados e se improvisando agremiações sem perfil ou história. A fórmula do Campeonato Baiano de Futebol, pelos resultados nas arquibancadas e pela insatisfação generalizada, está esgotada e é inócua.

Será que não é o momento de uma abordagem mais romântica para ver se o futebol baiano se salva? Nosso futebol sempre foi respeitado pelos números nos estádios. Em todo o País se comentava que o baiano gostava tanto de futebol que seria capaz de encher um estádio para ver Bahia contra qualquer um. Quem não lembra de jogos entre Bahia e Flamengo com mais de 70 mil pessoas. E os BaVis com – diz a lenda? – 110 mil torcedores nos anos 80.

Os organizadores do futebol baiano poderiam fazer um campeonato "ressuscitando" clubes que fizeram a história das pelejas. Podiam zerar tudo e convidar para entrar no circuito o Galícia, o Ypiranga (time do coração de Jorge Amado, João Ubaldo e do maestro Carlos Lacerda). Chama o Leônico, o Redenção e o Guarani. Claro que eles não têm verba para pegar um vôo para jogar com o Colo Colo, mas pensase em algum tipo de ajuda. Eles dariam charme ao campeonato. Coisa que não existe hoje.

Ao mesmo tempo reviva-se a prática do "Torneio Início", onde cada time joga um pouquinho contra o outro. Programem os jogos para os domingos pela manhã para que os pais levem mulheres e filhos e depois deem uma chegada na praia.

Quem sabe – num momento em que o futebol baiano vem caindo de qualidade, décadas seguidas – não seria bom olhar para trás? Quem sabe retomar o romantismo de antigamente não é uma ação de marketing moderno?

*Jolivaldo Freitas é jornalista e edita o site http://www.noticiacapital.com.br

Fonte: A Tarde - 18/07/2009 - Opinião - Página 3



 Escrito por ecypiranga@bol.com.br às 13h41 [] [envie esta mensagem]






Chile pode assumir copa América de 2015 no lugar do Brasil

A troca aconteceria em comum acordo entre os países, pois o Brasil irá sediar, nos anos anteriores, a Copa das Confederações e a Copa do Mundo

Equipe Universidade do Futebol

Na quarta-feira, 15, Nicolás Leoz, presidente da Confederação Sul-americana de Futebol, assumiu que existe a possibilidade de o Brasil ser substituído pelo Chile como sede da Copa América de 2015.

A troca ocorreria de comum acordo entre os países, uma vez que os brasileiros receberão, nos anos anteriores, a Copa das Confederações e a Copa do Mundo, em 2013 e 2014, respectivamente.

Por isso, as federações de futebol do Brasil e do Chile estão negociando a mudança de ordem no rodízio de sedes da Copa América. Se ficar confirmada a alteração, o Brasil será a sede da competição em 2019.

"Estamos pensando, mas não queremos adiantar nada. Existe esta alternativa (de mudança na ordem), mas estamos esperando que Chile e Brasil entrem e acordo", ponderou Leoz. O dirigente tem um encontro marcado com Michelle Bachelet, presidente chilena, na próxima semana, em Assunção.



 Escrito por ecypiranga@bol.com.br às 21h58 [] [envie esta mensagem]






Futebol brasileiro e modernidade: por uma sociologia do futebol

O futebol repete a sociedade e, ao se modernizar, não apaga traços do passado; no Brasil, como um todo, é o Estado que é visto, ora como "protetor" e "pedagogo", ora como "o maior dos nossos males"

Rafael do Nascimento Grohmann

Um tema recorrente à agenda do futebol no país é a profissionalização, para, na visão de alguns, superar o atraso do "amadorismo", pois teríamos que tratar o futebol como "negócio". Junto a isso, vem o tema da necessidade de manter as principais estrelas do futebol em nosso país, visto que os que são considerados os maiores talentos com a bola nos pés jogam no exterior. Discussões como estas – como o lugar do moderno no futebol – nos trazem uma necessidade de mostrar o futebol brasileiro à luz das teorias políticas e sociológicas produzidas no Brasil, pois é impossível descolar este esporte de seu aspecto cultural, das interações entre o campo futebolístico e o campo social. Mas como podemos compreender a dicotomia atraso-moderno no futebol brasileiro, sem cair em uma razão dualista?

O jornalista americano Franklin Foer (2005) tentou, em seu livro "Como o Futebol Explica o Mundo", mostrar o fenômeno da "glocalização", de como alguns eventos podem ser globais, mas serem rearranjados de acordo com o local, com "processos de produção de sentido" diferentes, para dizer no linguajar interacionista. Ou, lembrando Oliveira Vianna (1974), temos que respeitar as especificidades brasileiras, e termos nossas próprias matrizes, sem depender dos outros; o capitalismo brasileiro é diferente do americano, por exemplo; não podemos enxergar o mundo de uma forma determinista e etapista. Robert Dahl (2005) nos fala que não existe apenas uma maneira, uma via de se chegar à modernização; não existe um "feudalismo à brasileira", como acreditaram alguns teóricos clássicos. Do mesmo modo, podemos falar que não há um mesmo modo para se chegar a um bom nível de gestão do futebol e um bom nível de futebol jogado. Pode-se percorrer a via da tática, da força, da beleza, e juntar muitas características para se chegar a um ideal.

Percorrendo a tradição sociológica brasileira, Sérgio Buarque de Holanda (2006), em "Raízes do Brasil", abordava como o personalismo e a plasticidade social foram cimentos sociais na cultura brasileira, pois aqui não sedimentou um modo de vida protestante, altamente racionalizado, como uma razão "tipicamente idealizada". Buarque também considerava que aqui seria o lugar de vínculos pessoa a pessoa, com uma acentuação do lado afetivo irracional passional, sendo exatamente o contrário que parece convir a uma sociedade em vias de organizar-se politicamente; o mundo ibérico tem uma incapacidade de fazer prevalecer qualquer forma de ordenação impessoal e mecânica. A contribuição brasileira para a civilização seria, pois, a cordialidade, onde, armado de uma máscara, o indivíduo consegue manter sua supremacia ante o social, a habilidade técnica de um jogador que pode desmontar qualquer esquema tático rigidamente treinado. Além disso, em seu outro livro, "Visão do Paraíso" (2000), o autor ressalta a vocação ibérica para o comércio exterior, e "vender o que há de mais raro" em terras tupiniquins – tema atual para a compreensão das transferências de jogadores, cada vez mais jovens, ao futebol estrangeiro.

Assunto Indesejado

Em uma escola a professora de Geografia pergunta:

— Pedrinho! Me diga alguma coisa sobre a Espanha, precisamente a região da Galícia

— Ah, não gosto desse assunto, professora!

— Como assim não gosta desse assunto?

— É que eu sou Ypiranguense!!!



 Escrito por ecypiranga@bol.com.br às 17h01 [] [envie esta mensagem]






Reunião do Conselho Deliberativo do E.C.Ypiranga

Ocorreu, na ultima quarta feira, 16 de junho, conforme edital publicado, a Reunião do Conselho Deliberativo do Esporte Clube Ypiranga. A pauta foi a prestação de contas referente ao primeiro semestre da gestão do presidente do Conselho Diretor do E.C.Ypiranga, Valdemar Santos Filho.

Foram relatadas as ações desenvolvidas pela atual diretoria durante o primeiro semestre e feitas às devidas prestações de contas. Os conselheiros presentes ouviram atentamente a explanação do Presidente do Conselho Diretor e o parabenizaram pelas ações até então desenvolvidas, além de comprometerem-se a ajudar a nova diretoria .

A partir da manifestação do nosso querido e sempre presente Marlyval Vieira de Cerqueira, ficou acordado que buscaremos associar os ypiranguenses e amigos e inclui-los no Conselho Deliberativo para que dêem mais energia ao Mais Querido.

 

FBF informa: Prazo para inscrição no Campeonato baiano Infantil e Juvenil encerra amanhã, dia 19

Encerra-se impreterivelmente nesta sexta-feira, dia 19, o prazo para inscrição de equipes no Campeonato Baiano Infantil e Juvenil - Edição 2009.

É válido ressaltar que as equipes que não atenderem aos requisitos constantes no Ato Oficial 02/09 não poderão participar da competição.

As inscrições só podem ser feitas na sede da FBF (Federação Bahiana de Futebol), situada na Praça Castro Alves, 1 – Ed. Palácio dos Esportes – Centro das 13 às 18 horas. Mais informações no (71) 3321-0448 com o Departamento Técnico.



 Escrito por ecypiranga@bol.com.br às 12h28 [] [envie esta mensagem]






Pérolas do futebol

Frases famosas sobre o E.C.Ypiranga

Bernardo Improta, atual presidente do Conselho Deliberativo do E.C.Ypiranga, lembra duas frases do anedotário do futebol brasileiro que se relacionam ao nosso time do peito:

 

Esse moço joga muito!"

Como? Se ele ainda nem treinou?

Jogador bom a gente conhece no arriar da mala.

Sotero Monteiro, treinador ypiranguense e dono do Hotel Calçada, na chegada de Antônio Mário.

Se aquela bola que bateu na trave; a que Pinga chutou e o goleiro milagrosamente defendeu também entrassem ganharíamos o jogo.

Foi o azar da sorte que não permitiu que o "mais querido" vencesse!



 Escrito por ecypiranga@bol.com.br às 18h53 [] [envie esta mensagem]






Pérolas do futebol





 Escrito por ecypiranga@bol.com.br às 23h22 [] [envie esta mensagem]






Meu amigo José Antônio Pinho – professor da Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia e editor da excelente revista Organizações & Sociedade (http://www.revistaoes.ufba.br/) – é, como eu e milhões de outras pessoas, um amante do futebol. Sua revista publicará nas próximas semanas um número especial dedicado precisamente a esse esporte, visto como prática, negócio e desafio gerencial.

Acabei de receber um e-mail do Pinho com uma excelente coletânea de frases célebres do mundo do futebol. Agreguei algumas outras à sua lista e reproduzo tudo abaixo.

Como se sabe, muitas das frases consideradas “pérolas do futebol” são inventadas. Alguns dos personagens do universo futebolístico tornaram-se tão famosos e foram tão centralizadores das atenções que impulsionaram a construção de todo um imaginário a partir deles. Foi o caso, por exemplo, de Vicente Matheus (1908-1997), o “eterno” presidente do Corinthians, que mesmo depois de morto continuou a ser referência na área. Suas frases sem pé nem cabeça fizeram-no famoso, completando todo o folclore que se criou a partir de sua conduta irreverente, alegre, fora dos padrões do que se considerava “mundo educado”. Matheus morreu de câncer em 1997. Dez anos depois, quando o Corinthians caiu para a série B, sua viúva Marlene o homenageou: “Ainda bem que o Vicente não viu. Seria mais uma morte para ele”.

São atribuídas a ele algumas pérolas que jamais puderam ser comprovadas: “O Sócrates é invendável e imprestável”, “Depois da tempestade vem a ambulância”, “Agradeço à Antárctica pelas brahmas que nos mandou”, “Vou dar uma anestesia geral para os que estão com a mensalidade atrasada”, "Minha gestação foi a melhor que o Corinthians já teve."

Outro grande personagem foi Dario, o Dadá Maravilha, cuja irreverência concorria com a ingenuidade e a genialidade dentro e fora do campo. Consta que ele mesmo fixou seu slogan: “Com Dadá em campo, não tem placar em branco”. E que costumava se definir sem falsa modéstia: “Artilheiro são outros, eu não sou artilheiro, sou uma máquina de fazer gols”. Para ele, o gol seria “o orgasmo do futebol”. Também é atribuída a ele a conhecida “Tragam-me a problemática, que eu chego com a solucionática.

Garrincha teria de ser igualmente lembrado, e com ele se iniciaria a composição de um verdadeiro elenco de ouro.

Independente de serem falsas ou verdadeiras, as frases são fantásticas. E revelam toda a dimensão cultural (portanto, política e social) do “esporte das multidões”, que tem mesmo, ao menos no Brasil, a cara do povo.

Ao reproduzir algumas delas abaixo, faço o convite para que outros amigos do futebol continuem a completar a lista.

De Vicente Matheus

"Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e gramático".

"O difícil, como vocês sabem, não é fácil".

"Se entra na chuva é pra se queimar”.

"Tive uma infantilidade muito difícil."

"Haja o que hajar, o Corinthians vai ser campeão”.

"Peço aos corinthianos que compareçam às urnas para naufragar nossa chapa".



 Escrito por ecypiranga@bol.com.br às 23h20 [] [envie esta mensagem]






Fonte: http://marcoanogueira.blogspot.com/

Só existem três coisas que param no ar: beija-flor, helicóptero e Dadá”.

"Eu me preocupo tanto em fazer gols, que não tive tempo de aprender a jogar futebol".

“Não existe gol feio, feio é não marcar gols”.

“A área é o habitat natural do goleador, nela ele está protegido pela constituição, se for derrubado é pênalti”.

“Num time de futebol existem nove posições e duas profissões: o goleiro e o centroavante”.

“Bola, flor e mulher, só com carinho”.

De outros

"Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe". (Jardel, ex-atacante de Vasco e Grêmio).

"Clássico é clássico e vice-versa". (Jardel).

"Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola". (Bradock, amigo de Romário).

"No México que é bom. Lá, a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias". (Ferreira, ex-ponta esquerda do Santos).

"O clube estava à beira do precipício, mas tomou a decisão correta: deu um passo à frente". (João Pinto, jogador do Benfica de Portugal).

"Eu disconcordo do que você disse". (Vladimir, ex-lateral do Corinthians, numa entrevista à Rádio Record).

"Na Bahia é todo mundo simpático. É um povo muito hospitalar". (Zanata, ex-lateral do Fluminense).

“Estou de regime, e o doutor me proibiu de comer bicarbonato”. (Fabio Baiano, ex-zagueiro de Flamengo, Palmeiras e São Paulo).

“Para fugir do becão, fiz que fui, não fui, e acabei fondo..”. (Nunes, antigo centro-avante do Flamengo).

A partir de agora, meu coração só tem uma cor: rubro-negra”. (Do zagueiro central Fabão, ao ser contratado pelo Flamengo).

"Não tem outra, temos que jogar com essa mesma". (Reinaldo, centro-avante do Atlético-MG, ao responder ao repórter que queria saber se ele ia jogar com aquela chuva).

http://marcoanogueira.blogspot.com/



 Escrito por ecypiranga@bol.com.br às 23h19 [] [envie esta mensagem]




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